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Análise ao policiamento de proximidade em Portugal abre 3º ciclo de palestras “Ciência em Português”


Vem aí o 3º Ciclo das palestras Ciência em Português, organizado pelo projecto Ciência na UL, e agendado para o período entre 28 de Janeiro de 15 de Abril, sempre às 18h de sexta-feira. A nova série associa-se às comemorações ULIS2011 – 100 anos da Universidade de Lisboa e ao programa 100 Lições, passando a realizar-se na Sala de Conferências da Reitoria da Universidade de Lisboa.

Susana Durão, investigadora no Instituto de Ciências Sociais da UL, inaugura, a 28 de Janeiro, o terceiro ciclo de palestras, com uma sessão intitulada Policiamento em Portugal e caminhos da proximidade, que promete uma abordagem científica sobre o fenómeno da introdução em Portugal de estilos de policiamento de proximidade. Como convidado, estará presente o Tenente Coronel da Guarda Nacional Republicana, Fernando Bessa.

SINOPSE:

«Nos últimos quinze anos, de forma mais ou menos sistemática, têm vindo a ser introduzidos em Portugal estilos de policiamento de proximidade. Na apresentação proponho interpretações sobre as diferenças entre este e o modelo de policiamento comunitário, as dificuldades de gestão local do policiamento e o “género” da aproximação.»

Este texto integra o dossier especial criado para o “Ciência na UL” (conjunto de actividades que inclui o ciclo de palestras “Ciência em Português”, uma série de artigos publicados em jornal – “Um investigador em Portugal” e curtas-metragens com investigadores – “Ciência na 1ª pessoa”).

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Ciência em Português: Última sessão do ano aborda sociologicamente os perigos e as potencialidades da internet para os mais pequenos


Ana Delicado
, investigadora no Instituto de Ciências Sociais (Universidade de Lisboa), conduzirá a última palestra do ano do ciclo “Ciência em Português”. No próximo dia 10 de Dezembro, sexta-feira, conduz uma sessão intitulada «As crianças e a internet: acesso, usos e representações», onde apresentará alguns resultados de um projecto de investigação sobre o fenómeno. A palestra começa às 18h30, no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa.


SINOPSE:
«Instrumento indispensável de aprendizagem ou fonte de terríveis perigos, a internet quando utilizada pelas crianças é motivo de aceso debate social. Porém, este debate precisa de ser sustentado em conhecimento científico sobre o fenómeno. Esta palestra apresenta alguns resultados de um projecto de investigação sobre o acesso, os usos e as representações das crianças sobre a internet.»

A sessão assinala o fim do segundo ciclo das palestras “Ciência em Português” que chega agora à dúzia de sessões que, à sexta-feira, apresentaram os mais diversos temas científicos ao público que se desloca ao Museu da Ciência.

Este texto integra o dossier especial criado para o “Ciência na UL” (conjunto de actividades que inclui o ciclo de palestras “Ciência em Português”, uma série de artigos publicados em jornal – “Um investigador em Portugal” e curtas-metragens com investigadores – “Ciência na 1ª pessoa”).

 

Ciência na UL: A química medicinal e o caminho até ao tratamento de doenças neurodegenerativas


Maria M. M. Santos
(iMed, Faculdade de Farmácia, Universidade de Lisboa) é a investigadora que se segue no Ciclo de Palestras “Ciência em Português”. Na próxima sexta-feira, dia 1 de Outubro, às 18h30, no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, conduzirá a sessão intitulada «Contribuição da química nas áreas de investigação da Malária e das doenças neurodegenerativas».

SINOPSE:
«A Química medicinal ou Terapêutica é um ramo da química que surgiu recentemente em Portugal, apesar de ser uma área emergente na Europa há vários anos. Nesta palestra serão apresentados os resultados obtidos recentemente na Faculdade de Farmácia no desenvolvimento de novas moléculas com possível aplicação no tratamento da malária e de doenças neurodegenerativas.»

O ciclo de palestras vai já para a sua sétima sessão, tendo já recebido intervenções de investigadores como Miguel Centeno Brito, José Eduardo Franco, Hugo Cardoso, Ana Luísa Raposo, Romana Almeida Santos e Fátima Africano.

Este texto integra o dossier especial criado para o “Ciência na UL” (conjunto de actividades que inclui o ciclo de palestras “Ciência em Português”, uma série de artigos publicados em jornal – “Um investigador em Portugal” e curtas-metragens com investigadores – “Ciência na 1ª pessoa”).

Ciência na UL: Ciclo de Palestras “Ciência em Português” de regresso até Dezembro


Recomeça a amanhã, dia 17, o Ciclo de Palestras conduzidas por investigadores da Universidade de Lisboa, intitulado “Ciência em Português”. Acontece de quinze em quinze dias, sempre à sexta-feira, às 18h30, no auditório Manuel Valadares do Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, até 10 de Dezembro.

O pontapé de saída do 2º ciclo de palestras é dado pela investigadora Fátima Africano, do Centro de Geologia, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em cima da mesa de debate estará o tema «O que é que a geoquímica isotópica nos diz sobre o ar que respiramos?».

Lista de Palestras “Ciência em Português” (2º Ciclo):

17 de Setembro
«O que é que a geoquímica isotópica nos diz sobre o ar que respiramos?»

Fátima Africano  (Centro de Geologia, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)

1 de Outubro
«Contribuição da química nas áreas de investigação da Malária e das doenças neurodegenerativas»

Maria M. M. Santos (iMed, Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa)

15 de Outubro
«Qualidade alimentar e sustentabilidade sob o olhar da Sociologia»

Monica Truninger (Instituto de Ciências Sociais)

29 de Outubro
«Novos modelos no estudo da Doença de Parkinson»

Ana Dulce Correia (Instituto de Fisiologia, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa)

12 de Novembro
«A subida do nível do mar: o que nos dizem os marégrafos, satélites e modelos climáticos»

Susana Barbosa (Instituto Dom Luís)

26 de Novembro
«Alterações climáticas no meio marinho: implicações na ecologia de um predador de topo, as lulas jumbo»

Rui Rosa (Centro de Oceonografia, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)

10 de Dezembro
«As crianças e a internet: acesso, usos e representações»

Ana Delicado (Instituto de Ciências Sociais)

Este texto integra o dossier especial criado para o “Ciência na UL” (conjunto de actividades que inclui o ciclo de palestras “Ciência em Português”, uma série de artigos publicados em jornal – “Um investigador em Portugal” e curtas-metragens com investigadores – “Ciência na 1ª pessoa”).

Publicado por Sílvio Mendes

Ciência na UL: Os ouriços-do-mar e os segredos do cola e descola


Romana Almeida Santos,
investigadora na Unidade de Investigação em Ciências Orais e Biomédicas da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, apresenta-nos uma palestra intitulada «Biotecnologia Azul: Novos adesivos inspirados em ouriços-do-mar ». É já na próxima sexta-feira, 16 de Julho, às 18h30, no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa.

Integrada no ciclo de palestras “Ciência em Português”, a iniciativa centra-se na possibilidade de criação de bioadesivos (inspirados em ouriços-do-mar), resistentes e eficazes em água, e que podem adquirir aplicações biotecnológicas e industriais.
É a última sessão (antes do período de férias) de um ciclo
que começou em 21 de Maio e já contou com intervenções de Miguel Centeno Brito, José Eduardo Franco, Hugo Cardoso e Ana Luísa Raposo.

Sinopse:

«Já alguma vez pensou como se agarram os ouriços-do-mar às rochas para não serem arrastados pelas ondas? Fazem-nos através de órgãos adesivos especializados, que produzem secreções adesivas e “desadesivas”, colando-se e descolando-se repetidamente. Ao contrário da maioria das colas sintéticas, estes bioadesivos são resistentes e eficazes em água, pelo que podem vir a ter variadas aplicações biotecnológicas (ex. adesivo dentário) e industriais (ex. construção subaquática).»


Este texto integra o dossier especial criado para o “Ciência na UL” (conjunto de actividades que inclui o ciclo de palestras “Ciência em Português”, uma série de artigos publicados em jornal – “Um investigador em Portugal” e curtas-metragens com investigadores – “Ciência na 1ª pessoa”).

Publicado por Sílvio Mendes

Ciência na UL: Bater os pés sem bater as botas ou como o cérebro entende o significado das palavras


Ana Luísa Raposo
é investigadora no Centro de Investigação em Psicologia, na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa e apresenta, na próxima sexta-feira, 2 de Julho, às 18h30, no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, a palestra intitulada «Bater os pés sem bater as botas: como o cérebro entende o significado das palavras».

A sessão explorará, por exemplo, como o cérebro distingue o sentido literal e metafórico das palavras e é a quarta do ciclo de palestras “Ciência em Potuguês”, que começou em 21 de Maio e já contou com intervenções de Miguel Centeno Brito, José Eduardo Franco e Hugo Cardoso.

Sinopse:

O significado que atribuímos às palavras e a sua representação no cérebro está no cerne tanto dos estudos clássicos como de investigações de ponta. Apesar de as palavras terem um significado específico, este é quase sempre influenciado pelo contexto. Quando ouvimos “A Maria bateu o pé” ou “A Maria bateu as botas”, como sabemos que frases tão diferentes têm significados tão diferentes? O trabalho de Ana Luísa Raposo tenta descobrir como regiões neuronais interagem para extrair o significado correcto dos conceitos e como o cérebro distingue o sentido literal e metafórico das palavras.»


Este texto integra o dossier especial criado para o “Ciência na UL” (conjunto de actividades que inclui o ciclo de palestras “Ciência em Português”, uma série de artigos publicados em jornal – “Um investigador em Portugal” e curtas-metragens com investigadores – “Ciência na 1ª pessoa”).

Publicado por Sílvio Mendes

Ciência na UL: Séries televisivas como “Bones” e “CSI” – onde está a realidade e quais as consequências da ficção?


Hugo Cardoso,
investigador do Centro de Biologia Ambiental, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, conduz, na próxima sexta-feira, às 18h30, no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, uma palestra intitulada «O que nos contam os ossos: realidade e ficção em séries televisivas como “Bones” e “CSI”».

É a terceira sessão do ciclo de palestras “Ciência em Português”, em curso desde 21 de Maio. A entrada é livre.

Sinopse:

«A antropologia forense constitui a aplicação de conhecimentos de antropologia biológica e questões de direito, sobretudo no que concerne à identificação de ossadas humanas e à determinação das circunstâncias em que a morte terá ocorrido. Séries televisivas como “CSI” e, em especial, “Bones”, procuram retratar fielmente, ainda que de forma ficcionada, esta actividade pericial. Quanto é realidade e quais as consequências práticas da ficção?»


Este texto integra o dossier especial criado para o “Ciência na UL” (conjunto de actividades que inclui o ciclo de palestras “Ciência em Português”, uma série de artigos publicados em jornal – “Um investigador em Portugal” e curtas-metragens com investigadores – “Ciência na 1ª pessoa”).