Category Archives: Divulgação de Ciência

Conferências gratuitas sobre Saúde Global e Diplomacia em Saúde em Lisboa

São duas novas áreas de investigação e abordam as relações interdisciplinares entre o desenvolvimento na saúde e o desenvolvimento político, económico e social. As cinco sessões públicas de entrada livre (de 20 a 24 de Junho, às 18h, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa) integram-se no Curso de Verão do Lisbon Institute of Global Mental Health e são apresentadas por alguns dos maiores especialistas internacionais na temática.

summercourse_sessoespublicas

 TEMAS E ORADORES
18h, Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa)

20 de junho
Health and Development
Joana Mira Godinho (Especialista em Saúde Pública, Gestora do setor da Saúde para a América Latina e Caraíbas do Banco Mundial (2010-2014))

21 de junho
Eradicating diseases: is it possible? Opportunities and challenges
Mirta Roses Periago
(Diretora Emérita da Organização Pan-Americana da Saúde (2003-2013))

22 de junho
The global debate on a Global Strategy to reduce harmful use of alcohol
Benedetto Saraceno
(Professor de Saúde Global, Universidade NOVA de Lisboa)

23 de junho
Equity and Global Health
Sir George Alleyne
(Diretor Emérito da Organização Pan-Americana da Saúde (1995-2003))

24 de junho
Cultural diversity, mental health and gender issues
Jorge Sampaio
(Presidente da República Portuguesa (1996-2006) e Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações (2007-2013))

Saber mais: Summer Course on Global Health and Health Diplomacy

Rolanda Albuquerque de Matos (1926-2015)

DSCF2945

(c) Joana Barros, Associação Viver a Ciência, 2008.

Rolanda Albuquerque de Matos (1926-2015), primeira mulher licenciada em Biologia em Portugal que dedicou grande parte da sua vida ao estudo dos Moluscos.
Da sua extensa actividade científica resultou a mais completa listagem das espécies de caracóis que ocorrem em Portugal. O seu trabalho foi também fonte de inspiração para a Associação Viver a Ciência, na elaboração do projecto “Sair da Concha” (de Raquel Gaspar), com o qual colaborou. Razões mais que suficientes para lhe deixarmos aqui a nossa homenagem.

rolanda_sairdaconcha

Texto de Rolanda Matos, integrado no livro “Caracol, Caracol, põe os pauzinhos ao sol” (Projecto “Sair da Concha”, Associação Viver a Ciência).

 

Nota biográfica:
Rolanda Albuquerque Matos era licenciada em Ciências Biológicas pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Entre 1949 e 1954 foi, na mesma Faculdade, responsável pelas aulas práticas das cadeiras de Zoologia e Antropologia, ao mesmo tempo que prosseguia trabalhos de investigação iniciados dois anos antes no Museu e Laboratório Antropológico.
Depois, já em Lisboa, grande parte da sua actividade científica foi desenvolvida no Centro de Genética e Biologia Molecular, onde efectuou principalmente estudos sobre genética de Helicídeos.
Posteriormente, dedicou-se à sistemática e cartografia dos Gastrópodes Testáceos terrestres portugueses, tendo frequentado por largos períodos os Museus de Zoologia das Universidades Clássicas portuguesas: Lisboa, Coimbra e, mais assiduamente, Porto, para estudo das colecções neles depositadas.
Outros temas de estudo foram: citologia, citoquímica e diferenciação celular, tecnologia lanar, sistemática de Peixes e Anfíbios, ecologia e protecção da fauna portuguesa. É autora de mais de setenta publicações científicas: trabalhos de investigação, divulgação, formação e traduções.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Mais: Projecto “Sair da Concha” | Entrevista a Rolanda Matos no Boletim Biólogos | Biografia pelo Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

“É terça-feira e a Feira da Ladra…” (6): Maravilhas da biologia em versão do século passado

2014-04-08-10-50-37
“Uma obra científica com interesse para todos os que pretendem iniciar-se no conhecimento da biologia e valorizar a sua cultura geral”, lê-se na contracapa. “Sai a público um livro acessível ao leitor comum sobre os problemas mais gerais da biologia”, confirma a nota do editor. Publicado em Portugal entre as décadas de 50/60 (no livro não consta data de publicação), na colecção “Vida e Cultura” (Edições “Livros do Brasil” – Portugal), o livro Maravilhas da Biologia – A ciência dos seres vivos (Ralph C. Benedict, Warren W. Knox e George K. Stone) atravessa temas fundamentais do estudo dos seres vivos [embora seja importante não esquecer a distância de mais de meio século que nos separa da data da sua publicação]. Vida na Terra, similaridades nos seres vivos, modificações nos seres vivos, problemas dos seres vivos, nutrição, reacção, reprodução, hereditariedade e progresso humano dão nome aos capítulos desta verdadeira obra de arquivo.

* Nota: A rubrica É terça-feira e a Feira da Ladra… (título deliberadamente roubado à canção de Sérgio Godinho) tem traços simples: descobrir e partilhar “pechinchas” (aviso: encontraremos livros, essencialmente) sobre ciência à venda na Feira da Ladra, em Lisboa.
Não fazemos revenda dos livros que descobrimos, mas estamos dispostos a oferecer as obras aqui apresentadas ao primeiro que se candidatar a levantá-las em mãos. Em troca apenas pedimos conteúdos originais sobre ciência (sugestões de fotografias, desenhos, vídeos, textos, etc…) que servirão, também eles, de alimento para este blogue.

O achado:
Título: “Maravilhas da Biologia – A ciência dos seres vivos”
Editora: Edição Livros do Brasil – Lisboa
Autores: Ralph C. Benedict, Warren W. Knox e George K. Stone
Data de edição: Sem data
Custou na Feira da Ladra: 0,5 euros

Publicado por Sílvio Mendes

Querido pai, queridas mães, então que tal? (com humor)

Image

Cada vez se ouve mais em legalizar a técnica de procriação assistida que consiste na substituição das mitocôndrias. Trata-se de uma técnica engraçada e, ao que parece, eficaz. Apenas tem um pequeníssimo detalhe, praticamente despercebido, insignificante. Que é o seguinte:
A criança que nascer irá ter três progenitores.

Mas porquê substituir as mitocôndrias?
O DNA presente nas mitocôndrias é transmitido apenas pela mãe, e pode sofrer mutações que originam graves doenças. Assim, para evitar males maiores, o rebento de uma mulher que recorra à substituição das mitocôndrias irá ter:

– Metade dos cromossomas do pai.
– Metade dos cromossomas da mãe.
– DNA mitocondrial de uma mulher desconhecida, porém caridosa, que decidiu emprestar as suas baterias celulares que estavam em bom estado.

Na minha humilde opinião, a grande questão aqui nem é ter 3 pais, mas sim 6 avós. Já para não falar do número de tios e tias. O que é que isto significa? Ainda mais pares de meias brancas com o símbolo das raquetes de ténis na altura do Natal.

E no meio de tantas controvérsias, não acredito que em Portugal esta técnica tenha pernas para andar. A não ser que haja um sorteio de mitocôndrias com base nas facturas que pedimos com o número de contribuinte.

Publicado por Pedro Lino

Literatura e Ciência (31): Manuel Rivas e o Astronauta que alcatroou uma estrada galega

manuel rivas 01.jpg
O escritor e jornalista galego Manuel Rivas publica, no livro “As vocês baixas” (2012), um magnífico conjunto de histórias que atravessa as suas memórias de infância. Uma delas, cruza a chegada do homem à lua com o ‘astronauta’ que alcatroou um caminho na aldeia de Elviña. Aqui fica essa narrativa:

«O camiño a Elviña era de terra, polo menos até que o home chegou á Lúa, pois xusto foi asfaltado en vésperas da aterraxe do Apolo 11 no verán de 1969. Falábase moito de astronautas e o operario da pistola de alcatrán, que se desprezaba por Castro com pasos foltantes sobre a grava cun escafandro branco, tiña un aire de misión espacial da NASA. Até que quitou o casco do escafandro. Ía moita calor, multiplicada pola exhalación do chapapote. Tiña na cara o brillo xelationoso dunha medusa. Alguén correu a ofrecerlle un xerro com auga. Tardou en falar, co respirar arfante e as palabras derretidas nos beizos. O noso astronauta explicou, por fin, que o enviaba a Deputación. E que o traballo, para o que era, non estaba bem pago.»

Publicado por Sílvio Mendes

 

Saúde Pública (com humor)

Image

A verdade é esta: entre a meia-noite e as seis da manhã, até os mais esquisitos e mesquinhas com a comida se salivam com a bela gastronomia nocturna das barracas e das roulotes. Podemos ser perfeccionistas com a alimentação e caprichosos com a higiene, mas quando tarde e a más horas se trata, de nada adianta.
E porquê?
Tomei a liberdade de desenvolver uma equação com base em resultados experimentais:

p(A) + p(B) = µ

 Onde:

p(A) = probabilidade de encontrar estabelecimentos de restauração abertos durante a madrugada

p(B) = probabilidade de a malta ter ingerido elevadas quantidades de etanol

µ = qualquer baiuca serve para nos salvar da fome

Eis que certa noite, depois de algumas horas de divertimento, parei com alguns amigos numa caixa com rodas que vendia pizzas, hambúrgueres, cachorros, bifanas e afins. Havia um pequeno balcão que suportava um compartimento com alface, tomate e milho. Também havia cogumelos, e garanto-vos que estes não eram os únicos fungos presentes.

Era possível visualizar uma grande frigideira com aspecto de ter sido usada durante a Primeira Guerra Mundial e nunca mais ter sido lavada desde então, quando um velho senhor – com, no máximo, três dentes – indagou: «O que é que vai ser?»
Os pedidos foram dos mais variados, desde o hambúrguer com drosófila, ao cachorro com ácido desoxirribonucleico de roedor, e até havia o Menu Salmonela.

Fomos para casa satisfeitos, sem a noção do corajoso acto, que consistiu em colocar o nosso sistema imunitário à prova. No dia seguinte, restou-me agradecer por ter a vacina do tétano em dia.

Publicado por Pedro Lindo

Envelhecer (com humor)

6

Um fenómeno biológico que acho interessante é o envelhecimento. O envelhecimento é da responsabilidade (não só mas também) dos telómeros, que são as extremidades dos cromossomas, onde se encontra o DNA. Há quem diga que quem nos faz envelhecer é o nosso chefe, o que também pode ser verdade.

A Gerontologia é a ciência que estuda o envelhecimento (não confundir com ginecologia!). Assim como qualquer fenómeno biológico, também o envelhecimento e longevidade têm genes responsáveis. Como tal, existem cientistas que andam à procura destes genes. É um trabalho um bocado ingrato, porque se há dois investigadores que andam atrás do mesmo gene, quem o descobrir primeiro, estraga o trabalho do outro. Tal como acontece quando dois homens andam atrás da mesma mulher: o primeiro a conseguir ir para a cama com ela estraga o trabalho do outro desgraçado.

A alimentação também é importante. Têm sido realizados estudos para determinar quais os alimentos que favorecem a longevidade. Claro que todos nós teremos um dia que morrer, mas prolongar esse dia é algo que muitas pessoas desejam, quando mais não seja para poderem ver Portugal ganhar o Festival Eurovisão da Canção.

No entanto, não é só a alimentação que é importante. Um médico uma vez disse-me que uma corrida matinal pode acrescentar anos à nossa vida. É verdade, e eu posso comprová-lo: no outro dia fui correr, e quando cheguei a casa parecia que tinha 30 anos a mais.

Mas há quem consiga escapar ao envelhecimento. Chama-se Nutricula Turritopsis e é uma medusa que, ao contrário dos demais seres vivos, não envelhece. Em vez disso, regenera as suas células e torna-se jovem vezes e vezes sem conta. Só espero que o Governo não desconfie que existem cientistas a estudarem as células destas medusas. Que, bestas como os nossos ministros são, ainda pensam que os humanos também o conseguirão fazer, e aí terão mais uma desculpa para aumentarem a idade da reforma.

Publicado por Pedro Lino

Carta de Um Aluno (com humor)

5Um aluno que reprovou num exame de de Microbiologia resolve escrever um email ao professor.

Caro Professor,

Venho por este meio mostrar a minha profunda tristeza ao saber que reprovei à sua cadeira. Devo dizer que não estava à espera de uma nota tão baixa.

De uma forma geral os resultados estão dentro da normalidade, pois passaram dois alunos entre os quarenta e seis inscritos. No entanto, devo confessar que não faço a menor ideia de como obtive apenas um «cinco». Não esperava tirar 20, é certo. Até porque não respondi a quatro questões, e só fiz exame para 14. Mas estava confiante de tirar ao menos um 9 e que depois o professor o pudesse esticar para 10.

Devo dizer-lhe, caro professor, que o exame não era pêra doce. Havia questões muito difíceis, como a «Explique a diferença entre uma bactéria gram-positiva e gram-negativa». Certamente que o professor sabe que metade de nós chumbou a Cálculo I e Cálculo II (assim como a Álgebra), pelo que colocar uma questão destas é de muito mau gosto.

Quanto à pergunta «Quais as características de um agente antimicrobiano ideal», penso que deveria ser anulada, pois na vida (seja em escala micro ou não) não existe nada que seja ideal ou perfeito, e, como tal, a pergunta deixa de ter qualquer sentido. 

Já a questão «Como pode a microbiologia ser aplicada na indústria», penso que tinha rasteira, e por isso respondi «Não pode, caso a ASAE esteja presente».

Só me senti confiante quando cheguei à pergunta «Defina biofilme, dando dois exemplos». Aí eu expliquei que se trata de um filme de origem biológica, e dei como exemplo os meus preferidos: o Biomatrix e o Biosenhor dos Bioanéis.

Resta-me, por fim, colocar a questão que me levou a escrever-lhe: É possível realizar uma prova complementar ou um exame oral? Acredito sinceramente que o meu «cinco» pode ser melhorado, pois estou confiante que tenho capacidades para mais.

Sem outro assunto de momento, apresento os meus melhores cumprimentos,

            O Aluno

P.S. – Aproveito para o informar que estou a vender uma máquina de espremer laranjas em segunda mão. O equipamento está em muito bom estado e o preço é negociável. Se o professor estiver interessado, não hesite em contactar.

Publicado por Pedro Lino

A Genética do Amor (com humor)

4Existe uma empresa chamada “GenePartner” que, com base no perfil genético das pessoas, determina o nível de compatibilidade biológica entre os casais, mediante o pagamento de 249 dólares. Ou seja, dizem-nos a probabilidade que um casal tem – em termos biológicos – de vir a desfrutar de uma relação de sucesso e longa duração, ou se simplesmente não foram feitos um para o outro. No fundo, esta empresa utiliza a biologia para nos dizer com quem temos química.

No entanto, penso que estes testes genéticos podem gerar conflitos entre pais e filhos. Estou a imaginar uma adolescente de 16 anos a dizer aos pais:
– A culpa é toda vossa! O Carlinhos é tao giro, mas não nos damos bem, e a culpa é vossa que me transmitiram estes genes.
– Calma, filha – diz o pai. – O facto de teres o nariz tão grande é culpa do teu bisavô. Ah, e se daqui a uns anos tiveres problemas de flatulência, já sabes, é do lado da tua mãe. Ainda ontem após comermos feijoada ao jantar tive de ir dormir para o sofá, e mesmo assim foi preciso abrir as janelas.

Mas a empresa vai mais longe e diz mesmo que os resultados mostram o «sucesso de fertilidade» e a «compatibilidade de uma vida sexual mais satisfatória». Esta última pode aplicar-se também ao negócio da prostituição – o cliente pode pedir um teste para ver se vale a pena o dinheiro investido durante os próximos 30 minutos (para que fique bem claro: eu não sei se, na verdade, são 30 minutos, isto foi um amigo meu que me contou).

O que acontece é que a GenePartner baseia-se numa classe de proteínas designada MHC (Major Histocompatibility Complex) para determinar a compatibilidade entre homens e mulheres, com base num princípio muito simples: quanto maior a diferença entre as classes destas moléculas entre um e outro, maior a probabilidade de as coisas correrem bem. Ou seja, os opostos atraem-se. O que, basicamente, não é nada que não saibamos já – um homem rico e feio tem boas hipóteses de casar com uma mulher que tenha poucos dígitos na conta bancaria mas que seja elegante (ou em linguagem masculina: podre de boa!).

Contudo, muitas pessoas dizem que preferem não saber este tipo de resultados, mesmo que o serviço fosse gratuito. Eu compreendo muito bem, não vá o teste genético dizer-nos que a nossa alma metade é o Manuel Luís Goucha!

Publicado por Pedro Lino

Reino Animal (com humor)

3Uma das áreas da ciência que mais me fascina é a biologia, embora haja muitos temas que não sejam do meu conhecimento. Confesso que, por exemplo, não percebo nada de bicharada. Por isso é que comecei a ver o canal National Geographic. Eu antes associava o National Geographic à imagem de uma zebra a correr no meio do mato. Mas não. Também tem coisas interessantes.

Por exemplo, fiquei a saber que o nariz de um cão tem quatro vezes o volume do nosso. E enquanto um nariz humano tem cerca de cinco milhões de células olfactivas, alguns cães têm 200 milhões. Assim percebe-se perfeitamente por que é que os cães não andam em transportes públicos, mas permanece, no entanto, o mistério de cheirarem o rabo uns dos outros.

Alguns biólogos dizem que existem outros mamíferos – além dos humanos – que também têm sotaque, sendo a pronúncia variável de região ou país. Agora sempre que oiço a minha gata miar quando está com o cio, fico com a sensação que ela veio do Texas.

Fiquei a saber que alguns peixes têm algumas semelhanças com alguns humanos: existem peixes que também mudam os órgãos sexuais. A diferença é que os peixes não costumam colocar anúncios nos classificados.
Também curioso é o DNA da minhoca, que é 75% idêntico ao dos seres humanos. Quanto ao comprimento, esse já é variável, nomeadamente se estiver frio (como os homens muito bem o sabem!).

Os camaleões também não são muito diferentes de nós. Ao contrário do que muita gente pensa, os camaleões mudam de cor, não para condizer com o fundo, mas sim consoante o estado emocional. Tal como acontece connosco, que ficamos vermelhos que nem um tomate quando estamos envergonhados. E eu às vezes fico azul quando vejo o saldo da minha conta bancária.

Para minha admiração também fiquei a saber que alguns leões copulam (ou fornicam) 50 vezes por dia. A reacção da Elsa Raposo quando soube foi: “Puuufff, fraquinhos!”.
Não menos espantoso é o facto de algumas rãs poderem ser congeladas, depois descongeladas, e assim continuarem vivas. Desta vez foi a Lili Caneças que se manifestou e disse: “Puuufff, eu já faço isso há tanto tempo. Qual é a novidade?”
Por último, fiquei a saber que as girafas não têm cordas vocais. Desta vez, fui eu que me pronunciei sobre o assunto e disse: “Era tão bom que a Júlia Pinheiro também não.”

Publicado por Pedro Lino