Estudantes do Porto procuram o porquê das coisas

puzzle_pieces_id150248_size500o«Ciência: a causa das coisas» é o título das III Jornadas de Ciências do ISCSN, organizadas pela Associação de Estudantes  e pelo Departamento de Ciências do Instituto Superior de Ciências da Saúde-Norte (ISCS-N), marcadas para os dias 17 e 18 de Abril, no Centro de Congressos e Exposições do Edifício da Alfândega do Porto.

E, hoje em dia, o que promove o conhecimento científico?
Como descobrimos a Causa das Coisas?
Qual o papel da investigação no avanço do conhecimento e quem financia essa investigação?
Como fazer chegar esse conhecimento não só aos cientistas da área, mas à população em geral?
Como comunicar Ciência?
Como divulgar teorias que vão contra dogmas e axiomas pré-estabelecidos?

Quais os grandes avanços da Ciência no século XXI?
Quais as investigações de sucesso “capazes de mudar o Mundo”?

Uma lista interminável de questões são colocadas pela organização do evento, deixando antever uma discussão fértil. No documento de apresentação das Jornadas há ainda uma citação de um poema de Alice Gomes – «Professor, diz-me porquê, porque voa o papagaio que solto no ar, que vejo voar, tão alto no vento que o meu pensamento não pode alcançar» – como metáfora para a actividade de investigação. «Para um cientista e investigador a idade dos porquês não acaba nunca, é uma constante da sua vida», lê-se.

O programa apresenta nomes como Jorge Massada, João Queirós e Nuno Crato, entre outros, divididos por painéis que abordam os seguintes temas:

– Filosofia da Ciência: Progresso e Disseminação
– Financiamento, Cooperação, Investigação e Desenvolvimento
– Projectos Científicos que Podem Mudar o Mundo
– Princípios Fundamentais da Ciência
– 2009 a Celebrar Ciência

Publicado por Sílvio Mendes

2 responses to “Estudantes do Porto procuram o porquê das coisas

  1. O título das III Jornadas é muito infeliz. A ciência não procura o Porquê mas o como das coisas. Se pergunta pelo porquê, a causa suficiente de algo, tem de saltar para a racionalização filosófica ou para a fé.

  2. Tenho que concordar.

    Por isso mesmo abdico de entrar em em grandes discussões semânticas, que acabam por esvaziar e desmiolar conceitos.

    Mea Culpa. A expressão “o porquê das coisas” foi usada (apenas) por mim no título e não pela organização das jornadas, que usou a expressão “a causa das coisas”.

    Conceito por conceito, o correctivo continua válido.

    Abraço.

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