Arquivo de etiquetas: Instituto Gulbenkian de Ciência

Vê-se à segunda (24): Vídeo português explica a Evolução como se tivéssemos 10 anos


Uma parceria entre os comunicadores do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e o Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB) deu origem a um vídeo de animação sobre Evolução, direccionado a alunos do 1º e 2º ciclo.

Sinopse Oficial: «Este vídeo de animação sobre a Evolução explora como surgiu toda a diversidade de seres vivos a partir de um antepassado comum. O vídeo apresenta a árvore da vida, em que todos os seres vivos são aparentados, e explica o aparecimento de novas espécies. Fala-se ainda na contribuição dos estudos sobre evolução para outras áreas científicas e para a sociedade.»

Nós, os fantásticos seres vivos: uma breve história sobre Evolução pode ser visto, na íntegra, aqui:

Publicado por Sílvio Mendes

Vê-se à segunda (19): “Eu e o meu Corpo” – animação portuguesa explica as células aos mais novos


O vídeo que hoje apresentamos acaba de arrecadar o 1º lugar na categoria de Material Didáctico, no concurso internacional Ciencia en Acción.

Foi idealizado e produzido por membros da equipa de comunicação do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), em colaboração com a ilustradora Diana Marques, Cláudio Silva (Fundação para a Computação Científica Nacional) e Alexandre Gil (estudante). A elaboração do mesmo foi financiada pela Casa das Ciências (Portugal) e teve o apoio técnico da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN).

A animação explora “o conceito de células e das diferentes metodologias usadas pelos cientistas na investigação”. “Tem como objectivo explicar a existência de diferentes tipos de células e a sua função no corpo humano, e como a diversidade celular é essencial aos órgãos, também eles com diferentes formas e funções. Além disso, aborda-se como é adquirido o conhecimento científico em biomedicina, nomeadamente o uso de técnicas in vitro, microscopia e uso de animais em investigação, e a contribuição da investigação científica traz para a saúde humana”, pode ler-se na descrição oficial do vídeo.


Mais sobre o “Eu e o meu corpo” (Notícia Ciência Hoje)

* Relembre-se que também no ano passado Portugal saiu do Ciencia en Acción com três primeiros prémios.

Publicado por Sílvio Mendes

Concurso de imagens «A Física da Vida» aceita trabalhos de ciência e arte até 31 de Março

Encontra-se aberto, até 31 de Março, o período de submissão de imagens para o concurso e exposição de ciência e arte sobre A Física da Vida.

O objectivo da exposição passar por «dar a conhecer não só a estética associada à investigação científica, mas também diferentes visões artísticas sobre um tópico científico», estando a participação aberta tanto para cientistas como para artistas.

O concurso (e posterior exposição) realiza-se no âmbito do EMBO Workshop intitulado Biophysical Mechanisms of Development (BMD), a realizar entre 24 e 27 de Maio, no Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras.

O autor da obra premiada receberá uma Apple TV e será convidado para o jantar de Gala do workshop.

Datas importantes:
:: 31 de Março de 2011 – Data limite para submissão de imagens
:: De 11 de Abril a 6 de Maio de 2011 – Imagens sujeitas a votação na página Facebook do Evento
:: 7 de Maio – Notificação dos seleccionados
:: De 24 a 27 de Maio – Exibição dos trabalhos seleccionados no EMBO BMS2011
:: 26 de Maio – Anúncio do vencedor e Cerimónia e Entrega do Prémio

As imagens concorrentes devem ser enviadas para o endereço bmdart@igc.gulbenkian.pt.

Mais informações: Website | Página Facebook

Publicado por Sílvio Mendes

Espaço Ciência no Mundo Mix durante todo o fim-de-semana

Já arrancou a 24ª edição do Mercado Mundo Mix, no Castelo São Jorge. Este ano volta a haver um Espaço Ciência, partilhado pelo Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e pela Associação Viver a Ciência (VAC).

Horários: Sexta-feira, sábado e domingo (14, 15 e 16 de Maio), das 12h às 23h.

PROGRAMAÇÃO DO ESPAÇO CIÊNCIA NO MERCADO MUNDO MIX:

Sexta-feira , 14 de Maio
A partir das 18h
Actividade do Cooking Lab
Recorrendo à gastronomia molecular, vai ser possível preparar, e provar, gelados refrigerados com azoto líquido.

Sábado, 15 de Maio
17h-19h00
Actividades da Associação Viver a Ciência
Ateliê de divulgação científica para as crianças sobre a vida marinha: esta actividade inicia-se com a narração da história do livro “Os Amigos da Menina do Mar”, explorando alguns segredos de animais marinhos de uma forma divertida e interactiva. De seguida as crianças podem participar em jogos e actividades com uma forte componente cientifica e artística.

Domingo, 16 de Maio
14h00 -16h00
18h00 – 20h00
Actividade do Instituto Gulbenkian de Ciência:
Extracção de ADN de Morangos. A maioria da experiências de Biologia requerem a extracção de ADN de células. Nesta actividade iremos extrair ADN de morango usando o mesmo método que se utiliza diariamente em laboratórios mas recorrendo a produtos domésticos – morangos, detergente da loiça, sal de cozinha, filtros de café e álcool.

Foi assim o Espaço Ciência. no Mundo Mix, em 2009.

Foi assim o Espaço Ciência. no Mundo Mix, em 2009.

Publicado por Sílvio Mendes

Quem é quem no “Workshop Ciência, Política e os Media” – Sessão 1

Questionar e Interpretar a importância do que os cientistas fazem

- O exemplo do Reino Unido e o balanço do jornalismo de ciência em Portugal
Sessão 1 – 9h15 (15 de Abril, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa)

Biografias dos participantes:

Teresa Firmino | Jornal Público

Jornalista de ciência no jornal diário Público desde 1992 e co-autora, com a jornalista Filomena Naves, do livro Portugal a Quente e Frio, sobre as consequências das alterações climáticas em Portugal. Recebeu em 2007 a Menção Honrosa do Prémio “Jornalismo Científico” da Fundação Ilídio Pinho.

Ligações: Público (Ciência) | Blogue Profundo Azul | Livro “Portugal a Quente e Frio”

Sue Nelson | British Broadcasting Company, UK

Jornalista, escritora e apresentadora de programas de ciência na BBC, cadeia britânica de rádio e televisão. Apresenta regularmente programas na BBC Radio 4 e na BBC World Service. Produz programas de rádio para o Natural Environment Research Council do Reino Unido e organiza anualmente o encontro da British Science Association. Para além da produção de programas e da escrita científica, cria histórias de ficção (com várias curtas metragens apresentadas em festivais) e dá formação a investigadores sobre técnicas de comunicação (www.boffinmedia.co.uk).

Ligações: Citizen Science (BBC Radio 4) | Britain’s Modern Brunels (BBC Radio 4) | Livro “How to clone the perfect blonde” | Twitter

Ana Godinho | Instituto Gulbenkian de Ciência

Dirige a Unidade de Comunicação de Ciência e Relações Externas do IGC. Tem vários anos de experiência profissional em comunicar ciência com o público, escolas e os media, tendo estado no Scientific Communications Officer do Institute of Stem Cell Research de Edimburgo, Reino Unido. É doutorada em Neurobiologia pela Universidade de Londres e mestre em Comunicação de Ciência pela Open University.

Ligações: Instituto Gulbenkian de Ciência | Projecto Comunicar CiênciaEntrevista a Ana Godinho (Neuromedia Corner)

Painel:
Teresa Firmino
, Jornal Público
Sue Nelson
, British Broadcasting Corporation, UK
Moderador:
Ana Godinho, Instituto Gulbenkian de Ciência
Relator:
Nicolau Ferreira, Jornalista


Este texto integra o dossier especial criado para o Workshop Ciência, Política e os Media (15 de Abril de 2010, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa)

Gripenet convocou, estudantes realizaram, você decide: curtas sobre gripe em votação até 1 de Março


O desafio lançado pelo projecto Gripenet, no primeiro período do ano lectivo 2009/2010, não poderia ter recebido melhor reacção: 150 filmes realizados por estudantes (entre o 7º e o 12º ano) foram a resposta enviada por escolas de todo o país.

A iniciativa Gripe, câmara, acção – sintetizada em vídeos sobre a gripe com duração de um minuto – entra agora numa fase decisiva, após o júri composto por Ana Godinho (Instituto Gulbenkian de Ciência), Joana Barros (Associação Viver a Ciência) e Teresa Paixão (RTP) ter seleccionado os 13 vídeos finalistas.

Estes trabalhos encontram-se agora em votação, no site do projecto, e é o público que decide qual será o vídeo vencedor, com exibição garantida na RTP. A votação* está aberta até ao dia 1 de Março.

* (para votar basta atribuir um número de estrelas, de um a cinco, através de uma funcionalidade que se encontra disponível no canto superior direito da página de cada vídeo)

Publicado por Sílvio Mendes

Mónica Dias é uma EMBO Young Investigator 2009

MonicaDiasMónica Bettencourt Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, encontra-se entre os 17 investigadores seleccionados pela EMBO (European Molecular Biology Organization) para o seu Young Investigator Programme (YIP) 2009.

O YIP distingue anualmente os mais promissores jovens cientistas  da Europa. É altamente prestigiante, dado que é um programa muito competitivo, com uma margem de sucesso de apenas 13%. Além de financiamento de 15000€ anuais durante três anos, este prémio permite o acesso a uma rede de laboratórios e cientistas de excelência.

O grupo de Mónica Dias, no IGC desde 2006, trabalha em ciclo celular, mais particularmente em biogénese dos centríolos.

 

Publicado por Ana Confraria

Outra crónica para o caminho…

Mais uma crónica, desta feita assinada por Sílvia Castro (Instituto Gulbenkian de Ciência, Comunicação de Ciência e Relações Externas), está disponível para leitura no webiste da Associação Viver a Ciência.

twitcienciaUps…. tenho Twittidinite!” dá título a um texto muito interessante, que testemunha o entusiasmo crescente em torna das novas ferramentas web, em especial o Twitter, e a forma como se podem transformar em valiosos instrumentos de trabalho para a divulgação de ciência.  Bem fundamentado, com ligações interessantes para outros textos, e partindo de uma experiência muito pessoal, a crónica faz um excelente enquadramento da «disseminação da informação [que] é viral e também nos ataca». É, por essas e muitas mais razões, um texto que recomendamos.

Publicado por Sílvio Mendes

Regresso dos cérebros?

F001/2908Para além de destacar a visita do FC Porto ao terreno do Manchester United nos quartos de final da Liga dos Campeões (?), o portal Ciência Hoje avança com duas notícias que dão conta do regresso de dois investigadores portugueses de renome a laboratórios nacionais. A reflexão sobre a “fuga de cérebros” já tem sido feita neste blogue, nomeadamente através de um interessante texto assinado por David Marçal, e importa perceber o real significado destas notícias.

A primeira, dá-nos conta do regresso de Rui Costa, que chefia um grupo de investigação sobre neurobiologia da acção nos Institutos Nacionais de Saúde (INH) dos Estados Unidos da América. A partir de Abril, regressa a Portugal para integrar o projecto de Neurociências da Fundação Champalimaud. «Rui Costa vai trazer a maioria da sua equipa de investigação para Portugal, que funcionará no Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, enquanto o edifício da Fundação Champalimaud não estiver concluído, mas continuará a chefiar o seu laboratório de Neurobiologia da Acção dos NIH», noticia o Ciência Hoje.

A segunda notícia, apresenta o percurso de outro investigador que regressou a Portugal. Chama-se João Relvas, é neurocientista, e lidera actualmente um grupo de Investigação no Instituto de Biologia Molecular e Celular, no Porto (IBMC), depois de uma longa permanência no estrangeiro. “Agora há mais ilhas, que começam a ter condições melhores e massa crítica, mas estamos ainda numa fase embrionária que só vai dar frutos daqui a alguns anos”, declarou. “Lamenta, todavia, a falta de apoio aos investigadores séniores que querem regressar a Portugal”, acrescenta o portal.

O aviso também já havia sido deixado pela bióloga Cecília Arraiano, quando foi alvo de distinção pela EMBO: «Em Portugal têm sido muito poucos os que me têm apoiado», reclamava.

O mais curioso é que as duas notícias surgem “coladas” na página do Ciência Hoje, o que pode transmitir uma ideia (falsa) de inversão do fenómeno. Estarão realmente reunidas as melhores condições para o regresso dos cientistas portugueses aos nossos laboratórios? E os mais novos, precisam de décadas de investigação no estrangeiro para serem reconhecidos dentro de portas?

Publicado por Sílvio Mendes