Arquivo da Categoria: Divulgação de Ciência

O que é um filme de ciência? (A)Mostra tenta encontrar resposta

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Resposta à pergunta “O que é um filme de ciência?” procura-se na (A)MOSTRA | Filmes e Ciência, a realizar no domingo, dia 26 de Maio, no Pavilhão do Conhecimento em Lisboa.

A busca faz-se através da projecção de sete filmes portugueses com características bem distintas, desde longas-metragens documentais a vídeos educativos e episódios de séries televisivas.
A (A)Mostra é comissariada pela Associação Viver a Ciência (VAC) e promovida pela organização do Congresso de Comunicação de Ciência Sci Com PT 2013 (que acontece a 27 e 28 de Maio).

Programa:

26 de Maio*, Auditório do Pavilhão do Conhecimento
(PACO)

*Evento aberto ao público e de entrada livre

14h: Orlando Ribeiro, Itinerâncias de um geógrafo (2010; António João Saraiva e Manuel Carvalho Gomes)

15h: ANGST (2010; Graça Castanheira)

16h15: Curtas-metragens
:: A flor, a formiga e a borboleta ameaçada (2008; Bruno Cabral, Ivânia West e Patrícia Garcia-Pereira)
:: EX VIVO, aquilo que tem lugar fora do organismo (2012; Júlio Borlido, André Macedo e Augusto Gomez)
:: Nós, os fantásticos seres vivos: uma breve história sobre Evolução (2012; Osvaldo Medina)
:: LPDJLQH D VHFUHW (2010; Armindo Albuquerque Moreira)
:: A tabela é mesmo periódica (Antestreia: 2013; Rui Brás)

17.20h: DEBATE: O que é um filme de ciência?
Com:
Graça Castanheira (ANGST),
Bruno Cabral (A flor, a formiga e a borboleta ameaçada),
André Macedo (EX VIVO, aquilo que tem lugar fora do organismo)
Osvaldo Medina (Nós, os fantásticos seres vivos)
Rui Brás (A tabela é mesmo periódica)
Manuel Carvalho Gomes (Orlando Ribeiro, Itinerâncias de um geógrafo)
Armindo Albuquerque Moreira (LPDJLQH D VHFUHW)

Moderação:
Martin Pawley (produtor, programador, crítico de cinema e divulgador de ciência. Responsável  pela Mostra de Ciencia e Cinema da Coruña).

Publicado por Sílvio Mendes

Novo Filo!!

Se a descoberta de uma nova espécie já é um evento assinável, tanto maior será a descoberta de um novo grupo de um nível hierárquico mais elevado, um género ou família. Descobrir e descrever um novo filo, a partir de espécimenes vivos, é um feito notável. O filo é o nível abaixo de Reino, e corresponde a grupos contendo organismos com organizações ou planos de vida (bauplan) distintas. (No reino animal, o Câmbrico correspondeu a uma fase de grande diversificação de planos de vida e proliferação de filos, vários dos quais se extinguirão. )
O grupo era referido anteriormente como  ‘picobilifites’ por serem eucariontes biflagelados de muito pequeno tamanho:  2.5–3.8 × 2–2.5 µm. Pensava-se que seriam capazes de fotossíntese. O trabalho recente descreveu a espécie Picomonas judraskeda e conclui que este grupo de plankton marinho é na verdade heterotrófico. O estudo mais detalhado desta espécie levou à criação de um novo filo: os Picozoa.

Picomonas judraskeda

Picomonas judraskeda

Seenivasan R, Sausen N, Medlin LK, Melkonian M (2013) Picomonas judraskeda Gen. Et Sp. Nov.: The First Identified Member of the Picozoa Phylum Nov., a Widespread Group of Picoeukaryotes, Formerly Known as ‘Picobiliphytes’. PLoS ONE 8(3): e59565. doi:10.1371/journal.pone.0059565
[Este artigo faz parte de uma série dedicada à biodiversidade e descoberta de novas espécies.]
Publicado por André Levy

Um rapaz e o seu átomo: o filme “mais pequeno do mundo”

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Investigadores da IBM criaram o “filme mais pequeno do mundo”. Não estamos a falar da duração do filme mas do facto de a animação recorrer à deslocação de átomos, com recurso a um microscópio especial.

O filme chama-se A Boy and his Atom (Um Rapaz e o seu átomo) e é feito com partículas invisíveis ao olho humano, aumentadas cem milhões de vezes. A equipa da IBM disponibilizou também um outro vídeo em que explica os objectivos e o processo de criação deste projecto.

Saber Mais: Notícia Público | Notícia BBC

Publicado por Sílvio Mendes

Concurso internacional procura filmes (de um minuto) sobre ciência

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O concurso promovido pelo projecto brasileiro Festival do Minuto procura vídeos de qualquer formato, desde que tenha até 60 segundos de duração. A categoria Ciência aceita candidaturas (de todo o mundo) até 30 de Agosto e tem 10 mil reais (cerca de 3800 euros) para distribuir em prémios.

Excerto da descrição do concurso:

«Para participar, nada melhor do que deixar a imaginação fluir sobre qualquer ciência, seja ela exacta, humana ou sobre a vida. Ciência da computação, engenharia, física, matemática, química, zootecnia, botânica, biologia, antropologia… E, como sempre, valem vídeos de até 60 segundos em qualquer formato: filmes de animação, vídeos feitos com câmeras digitais, celular, ipad etc. O que importa, mais uma vez, é a criatividade.»

 Publicado por Sílvio Mendes

Ciência e cinema no IndieLisboa 2013: quatro recomendações em galego*

O produtor, programador e crítico de cinema galego, Martin Pawley, aceitou o nosso desafio e desenhou uma trajectória de ciência e cinema que é possível percorrer na edição de 2013 do Festival IndieLisboa. O desfile de cinema independente começa hoje, 18 de Abril, e permanece nas salas de Lisboa até dia 28.

Aqui ficam as sugestões – em bom galego! – daquele que foi também o responsável pela Mostra de Ciencia e Cinema da Corunha.

LEVIATHAN de Lucien Castaing-Taylor e Véréna Paravel.
2012. 87 minutos. Competição internacional. | Trailer
Captura de ecrã 2013-04-18, às 02.12.21
Se só foran ver un filme en 2013, que sexa Leviathan, unha obra mestra que obriga ao espectador a vivir de maneira totalmente inmersiva os ritmos cotiás dun barco de pesca de arrastre. Os directores empregan multitude de pequenas cámaras para obter imaxes imposíbeis, arrebatadoras, do esforzo humano no medio da natureza máis brava; o impresionante tratamento de son contribúe a facer do filme unha experiencia en sala inesquecíbel, verdadeiramente hipnótica. Lucien Castaing-Taylor codirixe o Film Study Center e o Sensory Etnography Lab da Universidade de Harvard. Tanto el coma Véréna teñen formación como antropólogos.
Festivais: Locarno 2012, Toronto 2012, Viennale 2012, FICUNAM 2013, BAFICI 2013, entre outros.

DA VINCI de Yuri Ancarani.
2012. 25 minutos. Competição internacional. | Trailer
Captura de ecrã 2013-04-18, às 02.16.42
Da Vinci
é un sistema robótico deseñado para facer intervencións cirúrxicas non invasivas. É imposíbel non ficar fascinado pola beleza coreográfica dos movementos da máquina e -sobre todo- pola espectacularidade das imaxes de altísima definición do interior do corpo humano que nos ofrece esta marabilla coa cal Yuri Ancarani pecha a triloxía dedicada ao traballo integrada ademais por Il Capo e Piattaforma Luna.
Festivais: Roma 2012, Rotterdam 2013.

DONAUSPITAL – SMZ de Nikolaus Geyrhalter.
2012. 75 minutos. Pulsar do Mundo. | Trailer
Captura de ecrã 2013-04-18, às 02.20.46
Sete anos despois de examinar na fermosa e inquietante Our daily bread a (deshumanizada) produción industrial de alimentos, o director austríaco retrata a vida diaria dun dos maiores hospitais de Europa. Os cuartos dos pacientes, a sala de urxencias e a cociña; os servizos relixiosos e as reunións de traballo: a cámara descóbrenos todos os espazos para construír unha imaxe de conxunto da institución e revelar paralelismos entre o (cerebral) oficio do médico e do cineasta.
Festivais: FIDMarseille 2012, IDFA 2012.

METAMORPHOSEN de Sebastian Metz.
2013. 84 minutos. Pulsar do Mundo.
Captura de ecrã 2013-04-18, às 02.22.35
En setembro de 1957 tivo lugar un accidente na central nuclear de Mayak, nos Montes Urales, que está considerado o máis grave da historia despois dos de Chernobil e Fukushima. O réxime soviético fixo todo o posíbel por ocultar unha traxedia que provocou non menos de cincuenta mortos e deixou case medio millón de persoas expostas á radiación; algunhas zonas afectadas seguen a ter o acceso restrinxido por causa da contaminación radiactiva. O alemán Sebastian Mez (Essen, 1982) explora nun esteticista branco e negro o territorio e os seus habitantes nun filme que asenta a súa denuncia social e política no bo gusto artístico.
Festivais: BAFICI 2013.

 Escrito por Martin Pawley*
*Martin Pawley é produtor, programador e crítico de cinema. Entre 2007 e 2011 foi o responsável pela Mostra de Ciencia e Cinema da Coruña.

Nova espécie de vertebrado minúsculo

Fêmea de Paedocypris progenetica, cyprinideo do Sudeste Asiático. A mais pequena fêmea adulta tinha 7.9 mm.

Fêmea de Paedocypris progenetica, cyprinideo do Sudeste Asiático. A mais pequena fêmea adulta tinha 7.9 mm.

Até recentemente o mais pequeno vertebrado do mundo era um ciprinídeo transparente Asiático, Paedocypris progenetica, que habita em águas escuras de turfeira. Mas o ano passado foi descrita uma nova espécie de rã da Papua Nova Guiné  cujo espécime adulto mais pequeno tinha apenas 7.0 mm: Paedophryne amauensis.

Paedophryne amauensis

Paedophryne amauensis

Cientistas brasileiros descobriram uma nova espécie de pequeno caracídeo no Rio Negro, na Amazónia, com um tamanho adulto mínimo de 7 mm. Independentemente do recorde de menor vertebrado, esta descoberta é muito interessante  pois demonstra uma notável convergência com P. progenetica e outros peixes minúsculos.  A nova espécie, Cyanogaster noctivaga , também habita nas acidas e negras, e também é transparente (o que juntamente com o seu pequeno tamanho tornou a sua descoberta um desafio).

Cyanogaster noctivaga

Cyanogaster noctivaga

Este tipo de habitat, pouco produtivo, pensava-se ser relativamente pobre em biodiversidade, mas são particularmente ricos em peixes minúsculos. Pensa-se que peixes pequenos poderão mais facilmente adaptar-se a este tipo de águas, pobre em minerais. O carácter das águas de turfeira e a sua estruturação fina pode favorecer a especiação deste tipo de peixes. Em turfeiras, os peixes sobrevivem durante os períodos secos em águas superficiais ou mesmo no solo húmido. Morfologicamente, estes peixes caracterizam-se por possuir, em adultos, características juvenis, um fenómenos referido por paedomorfia, incluindo a ausência de escamas, ossos finos e cartilaginosos, e transparência.

Kottelat et al. 2005. Paedocypris, a new genus of Southeast Asian cyprinid fish with a remarkable sexual dimorphism, comprises the world’s smallest vertebrate. Proceedings of the Royal Society B 273: 895–899. 
Mattox et al. 2013.Cyanogaster noctivaga, a remarkable new genus and species of miniature fish from the Rio Negro, Amazon basin (Ostariophysi: Characidae). Ichthyological Exploration of Freshwaters 23: 297-318.
Rittmeyer et al. 2012. Ecological guild evolution and the discovery of the world’s smallest vertebrate. PLoS ONE 7: e29797.
[Este artigo faz parte de uma série dedicada à biodiversidade e descoberta de novas espécies.]
Publicado por André Levy

Vê-se à segunda (29) : Aventuras de pensadores de Ciência

A Open University produziu esta animação que nos oferece uma viagem por alguns conceitos científicos com os quais nos deparamos todos os dias.

Publicado por Sara Amaral

Nova espécie de escorpião

Arquipélagos de ilhas são reconhecidas como locais com grande potencial para especiação e radiação adaptativa, e logo como locais para espécies endémicas e biodiversidade notável. Os tentilhões e tartarugas das Galápagos.  As Drosophila e tentilhões em Hawaii. Os caracóis nos Açores estudados pelo Prof. António Frias. Ilhas são locais favoráveis a especiação alopátrica, onde populações isoladas do continente e relativamente isoladas das outras ilhas podem divergir e formar novas espécies.

Mas não são só as ilhas de terra no meio oceano que favorecem especiação. Rios de água doce, “ilhas” aquáticas rodeadas de terra; nunataks (do Inuit nunataq) – rochedos expostos e rodeados de gelo; ou picos de montanha rodeados de terrenos mais baixos funcionam como “ilhas”.

As “ilhas aéreas” na Sierra Nevada (sky islands), no sudoeste dos EUA, rodeadas por planícies temperadas e deserto, nas zonas baixas, são um exemplo de como também este tipo de “ilhas” pode favorecer especiação, como exemplificado pelo estudo dos gafanhotos Melanopus pelo grupo de Lacey Knowles. O mapa abaixo ilustra este arquipélago de topos de montanha.

Geografia das "ilhas aéreas" na Sierra Nevada

Geografia das “ilhas aéreas” na Sierra Nevada

Este tipo de topografia em zona temperadas tem ainda outra importância biogeográfica. Encostas de montanhas apresentam um gradiente climático altitudinal análogo aos gradientes latitudinais. Assim, espécies adaptadas a climas frios, presentes durante períodos glaciares em latitudes mais baixas que actualmente, podiam refugiar-se, durante períodos inter-glaciares deslocando-se para norte ou subindo em altitude, para os topos de montanhas. Esta região dos EUA é uma intersecção de espécies temperadas (quentes e frias) e tropicais, contendo metade das espécies de aves da América do Norte e mais de 3000 espécies de plantas e 104 espécies de mamíferos.

Durante 50 anos, apenas quatro espécies de escorpiões de montanha do género Vaejovis eram conhecidas na zona topograficamente complexa do Arixona, Novo México e deserto do Sonora. Durante os últimos 6 anos, fruto de investigação intensa, este número mais do que triplicou. São agora conhecidas 13 espécies no grupo “Vaejovis vorhiesi” com distribuições alopátricas no Arizona. Por exemplo, Vaejovis jonesi ocorre em florestas de juniperos no Plateau do Colorado; Vaejovis lapidicola ocorre em florestas de pinheiro-carvalho na margem sul deste Plateau. Subindo em altitude encontra-se a a recém-descoberta V. deboerae. 

Vaejovis brysoni

Vaejovis brysoni

Uma nova espécie de escorpião Vaejovis brysoni foi descrita recentemente nas montanhas de Santa Catalina, tornando-se a primeira espécie que se encontra actualmente em simpatria com outra espécie do grupo, V. deboerae.

Ayrey RF, Webber MM. A new Vaejovis C.L. Koch, 1836, the second known vorhiesi group species from the Santa Catalina Mountains of Arizona (Scorpiones, Vaejovidae). ZooKeys. 2013 (270):21-35.
[Este artigo faz parte de uma série dedicada à biodiversidade e descoberta de novas espécies.]
Publicado por André Levy

Nova espécie de coruja

A coruja Rinjani (Otus jolandae). Credit: Philippe Verbelen

A coruja Rinjani (Otus jolandae). Credit: Philippe Verbelen

A identificação de aves, em particular corujas, tradicionalmente baseava-se na plumagem e morfologia. Em 1978, o ornitólogo Joe T. Marshall constatou que devido à variabilidade geográfica nas cores e padrões de plumagem vários erros de classificação eram cometidos.

Marshall foi enviado pelo Smithsonian à Tailândia no final dos 1970′s para acertar a taxonomia das corujas endémicas em várias das suas ilhas, e propôs que as vocalizações fossem usadas como carácter taxonómico de maior confiança, em particular no género Otus.

Foi com base nesta característica que George Sangter e Ben Kim identificaram uma nova espécie de coruja na ilha de Lombok, ilha da província de Nusa Tenggara Ocidental da Indonésia, afastada por apenas 15 km da ilha de Sumbawa, a que deram o nome comum em referência ao segundo maior vulcão  da Indonésia (o Gunung Rinjani) e um epíteto específico com uma derivação do nome da esposa de Sangster: a coruja Rinjani (Otus jolandae).

Sonograma das várias espécies de Otus na região.

Sonograma das várias espécies de Otus na região.

Em 2003, Sangster e King, independentemente, viajaram a Lombok para estudar as vocalizações de uma população local de um noitibó e determinar se esta era Caprimulgus macrurus ou uma nova espécie (resultou ser efectivamente C. macrurus). Mas durante este estudo registaram novas vocalizações de uma coruja local. Usaram gravações da vocalização para atraírem indivíduos, e concluíram que eram distintas das corujas de Bali e Java.

A coruja de Lombok é tão parecida com a coruja das Molucas (Otus magicus), comum em várias ilhas da Indonésia, que nunca ninguém havia confirmado a sua classificação com base em vocalizações ou DNA. Também Sangster e King duvidaram que haviam feito uma descoberta, e nos últimos dez anos acumularam evidências: confirmaram que ninguém havia anteriormente reportado as diferenças, recolheram mais gravações em diferentes partes da ilha, procuram a coruja noutras ilhas, comparam a coruja com outros espécimenes em museus, e finalmente fizeram uma análise de DNA. Todas as evidências confirmavam que haviam descoberto uma nova espécie.

Diz Sangster: “Embora nos tenha levado quase 10 anos para descrever esta nova coruja, isto não é excepcional. Claro que todas as espécies fáceis de descrever já o foram a muito tempo, de forma que aquelas aves ainda por descobrir não revelam a sua verdadeira identidade facilmente.

Mapa da Wallacea, o grupo de ilhas Indonésias separadas por águas profundas da Austrália e Ásia continental, com as distribuições das espécies e subespécies de coruja.

Mapa da Wallacea, o grupo de ilhas Indonésias separadas por águas profundas da Austrália e Ásia continental, com as distribuições das espécies e subespécies de coruja.

Artigo Original: Sangster et al. 2013. A New Owl Species of the Genus Otus (Aves: Strigidae) from Lombok, Indonesia. PLOS ONE 10.1371/journal.pone.0053712
Fonte de informação adicional: Scientific American
[Este artigo faz parte de uma série dedicada à biodiversidade e descoberta de novas espécies.]
Publicado por André Levy

Vê-se à segunda (28): Maravilhas naturais de Portugal

Hoje começa a semana e partilhamos um vídeo que mostra um pouco das tantas maravilhas naturais que o nosso país tem para oferecer.

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«Alguns momentos que as nossas lentes têm fotografado no decorrer do último ano que o vão levar numa pequena viagem desde as mais densas florestas até aos picos das maiores montanhas, atalhando por entre o Montado, descendo os mais belos rios sem deixar de passar pelos estuários e chegando finalmente onde o mar começa”.

Produzido pela aidnature, um projecto nacional que visa a documentação e conservação da natureza. Vale a pena espreitar os vários filmes e documentários.

Publicado por Sara Amaral