Aquivos por Autor: Associação Viver a Ciência

Ciência e cinema no IndieLisboa 2013: quatro recomendações em galego*

O produtor, programador e crítico de cinema galego, Martin Pawley, aceitou o nosso desafio e desenhou uma trajectória de ciência e cinema que é possível percorrer na edição de 2013 do Festival IndieLisboa. O desfile de cinema independente começa hoje, 18 de Abril, e permanece nas salas de Lisboa até dia 28.

Aqui ficam as sugestões – em bom galego! – daquele que foi também o responsável pela Mostra de Ciencia e Cinema da Corunha.

LEVIATHAN de Lucien Castaing-Taylor e Véréna Paravel.
2012. 87 minutos. Competição internacional. | Trailer
Captura de ecrã 2013-04-18, às 02.12.21
Se só foran ver un filme en 2013, que sexa Leviathan, unha obra mestra que obriga ao espectador a vivir de maneira totalmente inmersiva os ritmos cotiás dun barco de pesca de arrastre. Os directores empregan multitude de pequenas cámaras para obter imaxes imposíbeis, arrebatadoras, do esforzo humano no medio da natureza máis brava; o impresionante tratamento de son contribúe a facer do filme unha experiencia en sala inesquecíbel, verdadeiramente hipnótica. Lucien Castaing-Taylor codirixe o Film Study Center e o Sensory Etnography Lab da Universidade de Harvard. Tanto el coma Véréna teñen formación como antropólogos.
Festivais: Locarno 2012, Toronto 2012, Viennale 2012, FICUNAM 2013, BAFICI 2013, entre outros.

DA VINCI de Yuri Ancarani.
2012. 25 minutos. Competição internacional. | Trailer
Captura de ecrã 2013-04-18, às 02.16.42
Da Vinci
é un sistema robótico deseñado para facer intervencións cirúrxicas non invasivas. É imposíbel non ficar fascinado pola beleza coreográfica dos movementos da máquina e -sobre todo- pola espectacularidade das imaxes de altísima definición do interior do corpo humano que nos ofrece esta marabilla coa cal Yuri Ancarani pecha a triloxía dedicada ao traballo integrada ademais por Il Capo e Piattaforma Luna.
Festivais: Roma 2012, Rotterdam 2013.

DONAUSPITAL – SMZ de Nikolaus Geyrhalter.
2012. 75 minutos. Pulsar do Mundo. | Trailer
Captura de ecrã 2013-04-18, às 02.20.46
Sete anos despois de examinar na fermosa e inquietante Our daily bread a (deshumanizada) produción industrial de alimentos, o director austríaco retrata a vida diaria dun dos maiores hospitais de Europa. Os cuartos dos pacientes, a sala de urxencias e a cociña; os servizos relixiosos e as reunións de traballo: a cámara descóbrenos todos os espazos para construír unha imaxe de conxunto da institución e revelar paralelismos entre o (cerebral) oficio do médico e do cineasta.
Festivais: FIDMarseille 2012, IDFA 2012.

METAMORPHOSEN de Sebastian Metz.
2013. 84 minutos. Pulsar do Mundo.
Captura de ecrã 2013-04-18, às 02.22.35
En setembro de 1957 tivo lugar un accidente na central nuclear de Mayak, nos Montes Urales, que está considerado o máis grave da historia despois dos de Chernobil e Fukushima. O réxime soviético fixo todo o posíbel por ocultar unha traxedia que provocou non menos de cincuenta mortos e deixou case medio millón de persoas expostas á radiación; algunhas zonas afectadas seguen a ter o acceso restrinxido por causa da contaminación radiactiva. O alemán Sebastian Mez (Essen, 1982) explora nun esteticista branco e negro o territorio e os seus habitantes nun filme que asenta a súa denuncia social e política no bo gusto artístico.
Festivais: BAFICI 2013.

 Escrito por Martin Pawley*
*Martin Pawley é produtor, programador e crítico de cinema. Entre 2007 e 2011 foi o responsável pela Mostra de Ciencia e Cinema da Coruña.

Fascinar Darwin e Galileo.

"Pale Blue Dot", fotografia da Terra, captada em 1990 pela sonda Voyager 1, a pedido de Carl Sagan.

No último livro de Jonah Lehrer, Como Decidimos, o autor afirma que as situações de stress podem alterar o uso da razão, e que, em muitos estados de pânico, deixamos de dar ouvidos à racionalidade, só ela capaz de gerar pensamentos criativos ou ponderados.

A presente crise económica faz-se sentir também na ciência. No Reino Unido, ciências como a astronomia ou as ciências espaciais estão a sofrer uma forte reestruturação a vários níveis, incluindo cortes orçamentais e redistribuição de fundos, o que pode criar algum stress, ou até, pânico na comunidade.

No entanto, em Portugal, o primeiro-ministro José Sócrates assumiu dedicar 3% do PIB ao sector científico em 2020, contra os presentes 1.5%, o que deverá deixar a comunidade científica portuguesa com esperanças no futuro próximo, e menos nervosa quanto aos financiamentos.

São vários os membros da comunidade científica que defendem a exploração da Terra, em detrimento da exploração do espaço. Entendem que ainda há muito para descobrir no nosso planeta, em particular no que diz respeito, por exemplo, à exploração do fundo dos oceanos. A procura de vida extraterrestre é vista por estes especialistas, num contexto de recursos financeiros e humanos limitados, como um desperdício de tempo e dinheiro e, por isso, algo que deverá ser do domínio da ficção científica.

Todavia, a verdade é que a exploração espacial e o conhecimento do nosso planeta não são actividades estanques: de uma podem-se retirar conclusões acerca da outra, e vice-versa. Para além disso, a procura de vida noutros planetas há muito que deixou de ser exclusividade da ficção científica, e passou a pertencer ao domínio da astrobiologia. A astrobiologia, mais do que uma fusão entre a astronomia e a biologia, é uma ciência multidisciplinar – inclui, para além das duas mencionadas, física, química, geologia, astronomia, ciências da terra e da vida, entre outras.

A astrobiologia estuda, em particular, o surgimento, evolução e adaptação da vida na Terra. Esse estudo concretiza-se em expedições a locais recônditos no nosso planeta, como é o caso da que decorre, neste momento, à Hydrate Ridge, na costa do Oregon, E.U.A., empreendida por Jeff Marlow, do California Institute of Technology.

Esta expedição irá analisar microorganismos produtores de metano presentes em chaminés hidrotérmicas no fundo dos oceanos. Isto permite-nos não só alargar os nossos conhecimentos sobre extremófilos (organismos que vivem em condições extremas na Terra), mas também saber mais sobre indícios de vida extraterrestre. Especialmente, se tivermos em conta que os níveis de metano presentemente observados em Marte podem ser sinais da presença de microorganismos extraterrestres.

De facto, as missões a Marte, como é o caso da ExoMars, têm de ter em conta todas as análises previamente realizadas na Terra. E os resultados dessas missões, por sua vez, podem conduzir-nos a avanços na compreensão da origem da vida na Terra e evolução das espécies.

No que diz respeito à exploração subaquática e à descoberta de novas espécies na Terra, podemos dar o exemplo do projecto DepthX. Trata-se de um robot, financiado pela NASA, cujo objectivo é o de mapear e recolher amostras de água e microrganismos provenientes de uma dolina na península de Yucatán, no México.

Com 318 metros de profundidade, trata-se da dolina mais profunda do mundo e, por isso, esperaram encontrar-se condições nunca antes exploradas. Com efeito, desde 2007, vários mergulhos (com profundidade máxima de 275 metros) e análises laboratoriais das amostras revelaram que existem ali mais de 100 tipos de microrganismos, alguns dos quais até agora desconhecidos, e capazes de sobreviver em condições consideradas adversas para o desenvolvimento da vida. Estes resultados foram publicados em Março na revista Astrobiology.

Aliás, se olharmos para o índice de conteúdos de alguns números desta publicação, e até de outras na área, percebemos que o estudo de extremófilos é um dos campos mais activos e produtivos da astrobiologia.

Em todo o globo existem habitats como a dolina explorada pelo robot DepthX – desde o Oceano Árctico à Antárctica. Por isso, nesses locais, existem fortes possibilidades de se encontrarem pistas sobre os tipos de vida existentes em outras zonas do sistema solar e do universo.

Os astrobiólogos já perceberam há muito tempo que, até se descobrir vida noutros planetas, há muito para aprender sobre a vida na Terra, o único planeta que conhecemos com vida.

Alguns especialistas entendem ser mais seguro estudar a origem da vida na Terra, ao invés de investigar a hipótese de que a vida no nosso planeta pode ter origem extraterrestre. No entanto, ao enveredarmos pela primeira hipótese, não podemos excluir a outra: a de que a vida, ou alguns dos seus constituintes básicos, tiveram ou podem ter origem fora da Terra.

Muito recentemente foram descobertas bases nitrogenadas de origem extraterrestre num meteorito encontrado na Austrália. Tratam-se de moléculas que são a base do ADN e ARN. Esta descoberta demonstra, assim, a possibilidade de algumas das moléculas essenciais à vida terem sido trazidas do espaço para a Terra, em meteoritos.

Pensa-se que a vida na Terra teve origem, em termos geológicos, pouco depois de um pesado bombardeamento de meteoritos e cometas, ocorrido entre 4.6 a 3.8 mil milhões de anos, e que contribuiu com moléculas orgânicas possivelmente fundamentais para a origem e evolução da vida no nosso planeta.

A descoberta de indícios de vida num planeta (por exemplo, Marte) ou numa lua do nosso sistema solar (por exemplo, Titã ou Europa) pode também esclarecer-nos sobre a origem e história da vida na Terra. Sabemos que ainda há muito para descobrir no nosso planeta, mas não é por isso que podemos descurar o resto do universo. É neste espírito de exploração e descoberta que a NASA, ESA e outras agências espaciais investem na procura de vida extraterrestre.

E, numa perspectiva mais geral, temos que admitir que o desenvolvimento científico e tecnológico está intimamente ligado ao índice de desenvolvimento humano de um país ou região. É certo que em países onde a eliminação da pobreza e da fome são uma prioridade, qualquer actividade que não tente resolver directamente estas questões não é fácil de apoiar e justificar. Mas, por outro lado, há diversos estudos que nos dizem que investimentos na exploração espacial em tempos de crise têm ajudado países a enfrentá-la e ultrapassá-la. Isto demonstra que o investimento em ciências básicas tem não só um grande retorno cultural e humano, mas também retorno económico.

A exploração espacial e áreas afins, na vanguarda da ciência e tecnologia, respondem a questões elementares sobre a nossa existência, inspiram artistas, escritores e sonhadores, geram riqueza e impulsionam a inovação e economia. Até porque diversos relatórios apontam para que as maiores contribuições da exploração espacial não se tratem apenas de aplicações tecnológicas ou avanços científicos, mas sim, de algo maior: a oportunidade para alargar os nossos horizontes, descobrir a beleza e a grandeza do Universo e do nosso lugar nele. E como nos diz Sir Martin Rees, presidente da Royal Society, a possibilidade de existir vida extraterrestre “teria fascinado Darwin e Galileo, 400 anos depois de ter construído os seus telescópios e olhado para as crateras na Lua.”

Por Maria Cruz, Zita Martins e Pedro Russo*
* em colaboração com Joana Martins (Science Office)


Notas biográficas sobre os autores:

Maria Cruz
Licenciou-se em Engenharia Física Tecnológica pelo Instituto Superior Técnico e doutorou-se em Astrofísica pela Universidade de Oxford. Um estágio de três meses no Gabinete Parlamentar de Ciência e Tecnologia do Reino Unido despertou-lhe o interesse pela comunicação e pela política de ciência. De seguida, coordenou a produção do primeiro plano estratégico para a astronomia Europeia, ASTRONET, colaborando em paralelo com a associação britânica Sense About Science. Actualmente é editora de astronomia e astrofisica da revista Science. Mais informações: http://uk.linkedin.com/in/mariajcruz

Zita Martins
Após ter estudado Química no Instituto Superior Técnico, obteve o doutoramento em Astrobiologia pela Universidade de Leiden na Holanda. Foi Cientista Convidada da NASA em 2005 e 2006. Entre 2007 e 2009 foi investigadora associada no Imperial College em Londres. Actualmente é University Research Fellow da Royal Society no Imperial College e membro do comité da Astrobiology Society of Britain. Mais informações: http://uk.linkedin.com/pub/zita-martins/9/925/b8

Pedro Russo
Licenciou-se em Astronomia e tem um Mestrado em geofísica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Porto. No Centro Multimeios de Espinho, descobriu o gosto pela comunicação da ciência. Presentemente coordena globalmente o Ano Internacional da Astronomia 2009, uma iniciativa da União Astronómica Internacional e da UNESCO e apoiada ao mais alto nível pelas Nações Unidas. Vive em Munique e está integrado no grupo de trabalho da Agência Espacial Europeia/Telescópio Espacial Hubble na Organização Europeia para a Investigação em Astronomia no Hemisfério Sul (ESO). A nível internacional colabora activamente com diferentes organizações como: União Astronómica Internacional, Comissão 55-Comunicação de Astronomia com o Público; Rede Europeia de Ciências Planetárias (Europlanet); União Geofísica Internacional e Federação Astronáutica Internacional. É o editor da revista científica Communicating Astronomy with the Public Journal. Mais informações: http://www.eso.org/~prusso/

Joana Martins
Joana Martins nasceu em 1987 na pequena vila de Sever do Vouga, distrito de Aveiro. Desde os primeiros anos de escola mostrou apetência para as artes e línguas. Enveredou pela licenciatura em Ciências da Comunicação, vertente de Jornalismo, que concluiu em 2010. Antes de se juntar ao Science Office, fez  dois estágios, na área do jornalismo online e imprensa escrita.

Esclarecimento sobre o artigo “Conhecer a Terra ou o Espaço”

Na sequência do post “Conhecer a Terra E o Espaço”, publicado no blogue astroPT como reacção a um texto publicado neste blogue (“Conhecer a Terra ou o Espaço”, assinado por André Levy), parece-nos legítimo deixar aqui alguns esclarecimentos para melhor situar a identidade deste blogue.

A Associação Viver a Ciência (VAC) pretende contribuir para a promoção da ciência e da carreira científica. É uma entidade sem fins lucrativos, que entre várias actividades e publicações de divulgação científica, trabalha para angariar fundos privados para projectos de investigação a ser realizados em Portugal, financiamentos estes que são atribuídos merocraticamente por um júri internacional de reconhecido mérito. Os projectos e artigos de divulgação científica assinados pela VAC, onde se inclui um artigo sobre a procura de vida fora da Terra , são realizados com o maior zelo e envolvem uma revisão científica cuidada sobre cada matéria.

O blogue www.viveraciencia.wordpress.com é uma iniciativa da VAC, permanentemente aberta à participação da comunidade científica, que se assume como um blogue colectivo, livre e heterogéneo de temas relacionados com ciência. Os colaboradores do blogue são voluntários e a VAC tem grande respeito académico por todos aqueles cuja participação aceita e baseando-se nesse respeito parte da premissa que estes têm contribuições pessoais válidas a dar ao debate sobre as mais diversas temáticas científicas.

Consideramos basilar que se faça a distinção entre um artigo científico, ou um texto que visa a divulgação científica de uma área específica, e um texto de opinião. Entendemos que André Levy produziu legitimamente um artigo pessoal sobre o financiamento dado à Astrobiologia, que considera excessivo em comparação com outras áreas de saber. Este é o seu entender, representa o seu ponto de vista e não o da Associação Viver a Ciência, e embora possamos sugerir que o seu autor repense, como aliás fez, com calma e ponderação o modo como veiculou as suas opiniões, subscrevemos o direito que André Levy tem, como membro idóneo da comunidade científica, de tecer os seus considerandos. Não há nenhuma guerra em curso entre as diversas áreas científicas nesta Associação e a “ignorância científica” não faz, certamente, ninho em cenários que permitam o debate de ideias. Há uma disponibilidade constante para aceitar novas colaborações e/ou a publicação de textos de réplica.

Lamentamos sinceramente que este artigo tenha ofendido os cientistas ligados à Astrobiologia porque acreditamos não ter sido essa a sua intenção. Não concordar com a opinião exposta nesse mesmo artigo e refutá-la com base num conhecimento científico mais aprofundado, é um direito que assiste a qualquer leitor do blogue e que deverá ser exercido. No entanto, lastimamos o debate estéril que foi gerado em torno do mesmo, canalizando-o para caminhos que nada têm a ver com a ciência em si.

Neste blogue, serão bem-vindas contribuições futuras que ajudem a esclarecer temas relacionados com a Astrobiologia, os seus objectivos, as suas conquistas, o seu financiamento ou o modo como esta pode promover o conhecimento do fundo dos oceanos, por exemplo. Deste modo, deseja-se que esta plataforma de comunicação sirva para mostrar a pluralidade de opiniões que existe dentro da  comunidade científica.

O autor do texto visado, entendendo que este gerou uma série de mal entendidos, os quais não tem conseguido desfazer nas caixas de comentários do nosso blogue e no astroPT, irá reformulá-lo de modo a melhor expor a sua opinião que se centra na gestão do financiamento limitado em ciência e não numa afronta a uma área do saber.  [O novo texto de André Levy pode ser lido aqui].

[Nota (18/08/2010): Respondendo positivamente ao desafio lançado pela VAC neste esclarecimento, Maria Cruz, Zita Martins e Pedro Russo (em colaboração com Joana Martins), produziram o texto "Fascinar Darwin e Galileo" para publicação neste blogue. O mesmo já se encontra disponível para leitura.]

Publicado por Associação Viver a Ciência

Segundo Episódio do documentário “Geração Cientista” já pode ser visto

O segundo episódio do documentário televisivo “Geração Cientista” que disponibilizamos recorda o trabalho desenvolvido por Hélder Maiato.

(Re)descubra no website da Associação Viver a Ciência os jovens cientistas portugueses. Todas as semanas, sempre à sexta-feira.

«A primeira vez que Hélder Maiato viu uma célula a dividir-se ficou deslumbrado. Desde então dedicou-se ao estudo deste ‘milagre’ biológico. Porque todas as células têm origem em células preexistentes, a divisão celular – que permite a uma célula dar origem a duas – está na base da Vida pré-existente»In “Profissão Cientista: Retratos de uma Geração em Trânsito” (2005)

 

Veja o vídeo e saiba mais aqui.

Associação Viver a Ciência disponibiliza on-line episódios do documentário “Geração Cientista”

A Associação Viver a Ciência disponibiliza on-line os episódios do documentário “Geração Cientista”. A partir de hoje, todas as sextas-feiras há um cientista novo para (re)descobrir.  

O primeiro documentário disponibilizado expõe o percurso profissional da bióloga do desenvolvimento, Isabel Palmeirim, da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho (Braga).

Veja aqui os vídeos e o texto completo.

Viver a ciência tem novo blogue

A Associação Viver a Ciência já disponibilizou on-line o seu novo website. Este tem como uma das principais pretensões a aposta na criação de novas ferramentas e rubricas que reforcem o nível de interactividade entre associados e visitantes.
Para esse efeito arriscamos, entre outros instrumentos que foram desenvolvidos, a criação de um blogue, disponível para participação e gestão autónoma por parte dos associados da VaC e restantes interessados na ciência.

A linha editorial deste espaço passa pela total de liberdade de temas, perspectivas e abordagens, desde que relacionadas com o universo científico. Em última análise, um blogue é uma ferramenta que constitui um contributo gigantesco para o processo de democratização da comunicação no espaço público e, assim sendo, tem espaço para alojar todo o tipo de vozes e sensibilidades.

O blogue está a nascer, e o trabalho de parto está aberto a todo o tipo de colaborações. Gostaríamos que manifestasse o quanto antes a sua vontade e disponibilidade de concretizar este projecto, bem como as suas ideias e propostas, para que o mesmo cresça e caminhe com passos firmes no futuro de comunicação que nos espera.

Até breve.